Dois Cafés e meio
Meio de prata, meio de nada.
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Eu amo
O sereno
O inquieto
A barulhada
O silêncio
O ter
O não ter
O odiar
O amar
O ser
A contradição
A concordância
Abraços
E a solidão
Um comentário:
José Augusto Couto Sampaio Neto
28 de novembro de 2013 às 16:02
Lindo e tocante o poema
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