O arrepio vestindo o corpo calado e inocente
Meu ódio, passado, presente
Não há ódio, aceitação talvez
A métrica perfeita entre o amar e o partir
O caminho confuso entre o ser e o será
A fala perfeita para alguém intervir
rimas
tédio
a escassez de sentimentos..
O que seria isso?
Meus olhos se fecham, e minha mente cansa em tentar responder
Palavras
Dias calados
Rotina
Perdão
Perdão? Nem há o que perdoar
São apenas duas emoções controversas
Dois jeitos de sentir
e não sentir
Duas interpretações
Duas almas que se perderam no caminho e não souberam sincronizar seus gestos
Ambas as partes
Confusas
Amando o que não devia
Amando o já se foi
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
De lírios (delírios)
Em meio a serenidade que toma em cheio minha carne, meu corpo leve, me vem à mente uma pergunta: O que há de vir, então?
Devo perceber que ao menos esta vez me vejo crendo, enfrentando algo...
...algo que não se pode ao menos ignorar.
São como discos voadores repletos de luzes, luzes quebradas caindo lá de cima, com todo o peso do céu.E o céu? Ah, esse se faz presente sobre mim, e algumas vezes possui o capricho de derrubar toda a tempestade em cima da minha cabeça, e é aí que a loucura rodopia em minha mente singela pronta para mais uma pequena viagem ao tópico de emoções de pouca fé.
Pouca fé, há quem diga que isso é ruim, eu não diria isso, eu não sei de nada. Então, esqueçamos a "pouca fé", eu recolhi algumas ideias censuradas por mim mesma..
Não sei onde se encontram no momento, provavelmente em algum esconderijo desta triste casa sem janelas, sem cor, sem ar, apenas com uma porta fechada, com risco de cair de vez por conta das paredes fracas e sua madeira comida por cupins.
Então, perceba que logo logo alguém chegará com uma carta de retirada alegando estar oferecendo risco aos moradores (no caso, eu) e aos vizinhos mais próximos.
Imagina só, isso já esteve tão próximo de acontecer...mas eu me permitir roubar um serviço para remendar as rachaduras das paredes.Os cupins?? Para esses eu usei uma receita caseira.
Só posso dizer que se isso acontecer não fará muita diferença, eu mesma já estou partindo.
Estou indo ao desconhecido, deixarei tudo, para que se destruam com o desabamento que sei que há de acontecer, não por conta do tempo, mas por minha conta.
Acontece que já não há motivos para viver aqui, toda essa escuridão, todo esse silêncio, eu já não consigo passar todas as noites me embriagando.
Tudo isso por ter me dado a chance de olhar para o lado de fora, com todo aquele clichê bobo e com os lírios que davam fortes gargalhadas, e me dado conta de que as luzes dos tais discos voadores ao cair, nunca haviam chegado ao chão.Eu não sei qual o motivo disso, eu apenas não sei, e devo dizer que nem quero saber.
Está tudo em minhas pequenas mãos, o que há de vir, então? Eu apenas não sei, e devo dizer que não quero saber.
.
Devo perceber que ao menos esta vez me vejo crendo, enfrentando algo...
...algo que não se pode ao menos ignorar.
São como discos voadores repletos de luzes, luzes quebradas caindo lá de cima, com todo o peso do céu.E o céu? Ah, esse se faz presente sobre mim, e algumas vezes possui o capricho de derrubar toda a tempestade em cima da minha cabeça, e é aí que a loucura rodopia em minha mente singela pronta para mais uma pequena viagem ao tópico de emoções de pouca fé.
Pouca fé, há quem diga que isso é ruim, eu não diria isso, eu não sei de nada. Então, esqueçamos a "pouca fé", eu recolhi algumas ideias censuradas por mim mesma..
Não sei onde se encontram no momento, provavelmente em algum esconderijo desta triste casa sem janelas, sem cor, sem ar, apenas com uma porta fechada, com risco de cair de vez por conta das paredes fracas e sua madeira comida por cupins.
Então, perceba que logo logo alguém chegará com uma carta de retirada alegando estar oferecendo risco aos moradores (no caso, eu) e aos vizinhos mais próximos.
Imagina só, isso já esteve tão próximo de acontecer...mas eu me permitir roubar um serviço para remendar as rachaduras das paredes.Os cupins?? Para esses eu usei uma receita caseira.
Só posso dizer que se isso acontecer não fará muita diferença, eu mesma já estou partindo.
Estou indo ao desconhecido, deixarei tudo, para que se destruam com o desabamento que sei que há de acontecer, não por conta do tempo, mas por minha conta.
Acontece que já não há motivos para viver aqui, toda essa escuridão, todo esse silêncio, eu já não consigo passar todas as noites me embriagando.
Tudo isso por ter me dado a chance de olhar para o lado de fora, com todo aquele clichê bobo e com os lírios que davam fortes gargalhadas, e me dado conta de que as luzes dos tais discos voadores ao cair, nunca haviam chegado ao chão.Eu não sei qual o motivo disso, eu apenas não sei, e devo dizer que nem quero saber.
Está tudo em minhas pequenas mãos, o que há de vir, então? Eu apenas não sei, e devo dizer que não quero saber.
.
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Lista
Jogar a tristeza pela janela
Fechar a porta aberta
Secar a chuva feita de lágrimas
Cobrir a rua descalça
Chutar a angústia
Pôr a calma debaixo dos nossos lençóis
Se enrolar na beleza
Desfazer alguns nós NÓS
Deitar poesias sobre vielas
Dançar, andar por aí
Cantar a capella
Fechar a porta aberta
Secar a chuva feita de lágrimas
Cobrir a rua descalça
Chutar a angústia
Pôr a calma debaixo dos nossos lençóis
Se enrolar na beleza
Desfazer alguns nós NÓS
Deitar poesias sobre vielas
Dançar, andar por aí
Cantar a capella
sábado, 9 de novembro de 2013
Enfim
Em ventos cegos de se ver
Em tempos prontos pra correr
Em termos fáceis de você
Em leito calmo de me ter
Em erros simples de perdoar
Em vontade única de voltar
Em tardes boas para pensar
Em ruas confusas de se andar
Em pés fracos para me suportar
Em corpo sem vontade de levantar
Em mim
Em meu sim
Em algo
Em fim
Assinar:
Postagens (Atom)